quinta-feira, 17 de julho de 2014

Fiz aniversário... que bom!

Adoro viajar, para além da famigerada expressão "viajar na maionese". Conhecer lugares, sentir-se estranho no meio do corriqueiro é uma sensação que me dá muito prazer. Uns fogem da alteridade, em certos período eu a busco loucamente. A sensação de conhecer o desconhecido aguça a minha curiosidade, característica que sempre tive desde que me entendo por gente. Por essa razão, de forma a saciar a minha vontade pelo novo, pelo desconhecido, optei ser historiadora. Buscar o que não é ininteligível no tempo do agora para decodificá-lo para os meus contemporâneos é uma delícia de desafio, que advém muito do que sou - acredito. Acho que é uma velha estratégia de vida: fazer profissionalmente o que me nos dá gosto. Estive fora de casa por um mês e neste período fiz aniversário. Confesso: detesto datas comemorativas! Logo, não gosto de fazer anos. Não sei o por que, simplesmente não gosto. Claro, adoro ir às festas de aniversários dos meus queridos. Aliás, não deixem de me convidar! Mas preferiria pular o dia 13 de julho.

Por algum motivo, este aniversário feito a distância me fez sentir amada pelos os que gostam de mim. As manifestações de carinho me acalentaram. Pode ser pelo fato de muitas vezes me sentir sozinha - no lo se. 
De tudo, as mensagens de carinho, por mais torpes que possam ser, fazem bem ao outro. Um abraço inesperado, um sorriso largo, uma mensagem positiva... atos simples que são tão transformadores. De tal modo, acho que ando relapsa com as pessoas que gosto e me preocupando mais com gente que "dá de ombros" para minha pessoa (percebi isso lendo as mensagens que recebi no dia do meu aniversário). Parece frase de livro de auto-ajuda barato, mas: demonstre mais para as pessoas que você realmente se importa com ela. Eu me importo com um tanto de gente que há séculos não vejo e tampouco procuro...

No mais, escrevo mais velha e com o coração abastecido de carinho!
Se você é meu amigo: muito obrigada por sê-lo. Caso contrário, pode vir que as portas estão abertas e tem sempre lugar.

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